14 janeiro 2010

Egoísta

Perturbação infantil de quem não sabe sua natureza.
Menospreza tudo o que lhe concebe
E lamenta o que não existe.

Não se mexe, nem se permite.
Reclama estático do passado perdido
E joga fora o futuro pois é desconhecido.

Não se preocupa com o esforço alheio.
Anula todas as correntes de bem estar.
Suspeita das mudanças inesperadas.
Se inclausura em lamúrias a chorar.

Descrente segue a vida impunemente,
Arrasando as pessoas que lhe consideram,
E destruindo sonhos de uma nova realidade.
Só descobrirá seu mal quando for tarde.

3 comentários:

Formigando disse...

Another good one!!

Um soneto ao contrário.
Ficou massa!

Mariana Araújo disse...

hehehehehehe
Pegou a essência
hihihihi

Fernando J. Pimenta disse...

Quando for tarde demais!

Coleção Pingos de Quê - by Magaliana