14 outubro 2006

Outro poema antigo

Incômodo

Sabes tu o que me ocorrera
Mas não admites o próprio erro
Precavi-te de meu problema
Demonstrei meu tormento.
Assim mesmo avançaste,
Como morcego a saciar a sede,
Tomou-me nos braços como a uma criança
Vangloriou-me tal qual um célebre.
Tornaste o mundo mais acessível,
Te abriste como nunca havia feito
Deu-me pedra e livro, símbolos de infinidade
E ao fim, a alegria me encomendaste.
Mas sabias tu o perigo de tal astúcia
E temias não ser recompensado
Só que os sentidos tomados pela ilusão
Já haviam perdido-se no tempo e no espaço
Então agora não te inocenta
se sabes que fora atilado
Não te mostre vítima aos amigos,
não haja como um otário!

4 comentários:

mauricio_oliveira disse...

vc é profisisonal, show... digo mais: pauzíssima!!! xerooooooo!!!

mauricio_oliveira disse...

falt atambém publicar outros poemas seus como aquele do Necrófilo! ;) xeraaaao

mauricio_oliveira disse...

Sibito's blog o C@#$%¨LHO !!! =*

Anônimo disse...

O Poema não é antigo, é atual. Apenas foi concebido em outra data. Clarice Liscpector já tem substituta. MARIce Luzeaspecto.

O Crônico (ou Agudo) ataca novamente.

Coleção Pingos de Quê - by Magaliana